Ricardo Cota: Oscar Vira Febre Nas Mídias sociais O Dia

02 May 2019 23:30
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<h1>Isto Acrescenta As Redes AfreecaTV (Cor&eacute;ia)</h1>

<p>Grupos racistas encontraram na web a oportunidade de ampliar o discurso de &oacute;dio e atacar pessoas com o exerc&iacute;cio de identidades falsas. No &uacute;ltimo s&aacute;bado (6), as v&iacute;timas foram 6 alunos e um professor da UniCarioca. Elas tiveram tuas imagens de redes sociais divulgadas e foram chamadas de “macacos”. A entidade foi nomeada como “uma senzala gigantesca” e um dos estudantes negros foi amea&ccedil;ado de morte.</p>

<p>As mensagens racistas e homof&oacute;bicas est&atilde;o sendo investigadas na Pol&iacute;cia Civil do Rio de Janeiro. Viper Condom&iacute;nios Archives de imprensa da UniCarioca, os agredidos virtualmente foram recebidos pelo vice-reitor e orientados a lembrar um boletim de ocorr&ecirc;ncia pela DRCI (Delegacia de Repress&atilde;o aos Crimes de Inform&aacute;tica). A escola contratou uma advogada especializada em crimes virtuais e 4 dos 6 alunos ofendidos registraram o BO.</p>

<p>A advogada entrou com uma queixa crime e, com isto, foi aberto um inqu&eacute;rito para investigar os respons&aacute;veis pelos ataques. Ainda de acordo com a assessoria, a associa&ccedil;&atilde;o est&aacute; prestando toda a solidariedade e apoio &agrave;s v&iacute;timas. Al&eacute;m da investiga&ccedil;&atilde;o por parte da pol&iacute;cia, a institui&ccedil;&atilde;o contratou uma equipe caracter&iacute;stico pra amparar a achar os culpados.</p>

<p>“A Unicarioca abriu um inqu&eacute;rito interno para ver paralelamente. Sabendo se houve envolvimento de algum aluno no crime, a pessoa vai seguir o regulamento disciplinar. Estamos agindo de modo bem cautelosa e, antes de realizar cada ato, vamos aguardar a investiga&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;cia. O procedimento est&aacute; na m&atilde;o da delegacia”, garantiu o assessor.</p>

<p>Entretanto, o consultor de tecnologia, que cursa observa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de sistemas na UniCarioca, est&aacute; tentando provar a inoc&ecirc;ncia e ajudando a Pol&iacute;cia Civil nas investiga&ccedil;&otilde;es. Em discuss&atilde;o com o R7, Ricardo ilustrou que esta n&atilde;o foi a primeira vez que foi v&iacute;tima de hackers que usaram teu nome para fazer ataques.</p>

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<li>IFTTT</li>

<li>17 4 Por 2</li>

<li>cinco Lei do Servi&ccedil;o de Acesso Condicionado - Tv por assinatura</li>

<li>Se voc&ecirc; cometer um problema, poder&aacute; apagar pra endireitar o defeito</li>

<li>Conhe&ccedil;a Nyankichi, o gato mais fotog&ecirc;nico do mundo</li>

<li>Enxoval e tudo conectado ao nascimento de um pirralho</li>

<li>Trabalhar a intercomunica&ccedil;&atilde;o da tua empresa em um ambiente controlado</li>

</ul>

<p>Segundo ele, o Dogolachan - f&oacute;rum que tem como diretriz o anonimato dos internautas - &eacute; o respons&aacute;vel pelo crime contra a universidade carioca. O estudante acusa o grupo de ter usado seu nome no ano passado pra amea&ccedil;ar pessoas como Jana&iacute;na Paschoal, Alexandre Frota e Anderson Fran&ccedil;a. Para ele, os ataques s&atilde;o uma retalia&ccedil;&atilde;o porque os hackers descobriram que estavam sendo investigados. “Meu nome acabou se sobressaindo nos &uacute;ltimos dias por conta dos ataques &agrave; faculdade.</p>

<p>Mas neste momento estou monitorando eles h&aacute; uns 3 anos e nesta hora chegou a hora de eu contra-atacar. De acordo com a assessoria de imprensa da UniCarioca, o estudante realmente &eacute; inofensivo no caso de racismo. ], que seria autor do texto, realmente n&atilde;o &eacute; o autor. Existe uma investiga&ccedil;&atilde;o anterior com o nome dele envolvido em outros crimes e a pol&iacute;cia j&aacute; vinha descobrindo que ele &eacute; v&iacute;tima de hackers. Mil Seguidores Em 24 horas ! /p&gt;
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<p>Ele, de fato, n&atilde;o est&aacute; envolvido diretamente e est&aacute; ajudando a pol&iacute;cia”, assegurou. O espa&ccedil;o que dissemina &oacute;dio nas m&iacute;dias sociais com tema racista, homof&oacute;bico, machista, nazista e at&eacute; ped&oacute;filo, &eacute; em modelo chan, o que garante o anonimato de quem posta as mensagens criminosas. Anitta Assina Contrato Internacional E Necessita Lan&ccedil;ar &aacute;lbum Em Ingl&ecirc;s foi montado em 2013 pelo hacker Marcelo Valle Silveira Mello, tamb&eacute;m chamado de Psy ou Bator&eacute;.</p>

<p>O hacker assim como desenvolveu um website em que ensinava como estuprar alunas da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ci&ecirc;ncias Humanas da Escola de S&atilde;o Paulo). O R7 ligou para a resid&ecirc;ncia de Mello duas vezes. Na primeira tentativa, a m&atilde;e dele - que n&atilde;o se identificou - considerou que o filho n&atilde;o estava.</p>

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<p>Na segunda, ela contou que n&atilde;o dialogou mais com o filho. Ricardo Wagner est&aacute; utilizando o Twitter para mostrar as posts do Dogolachan e provar sua inoc&ecirc;ncia. “J&aacute; recebia uma s&eacute;rie de amea&ccedil;as, entretanto n&atilde;o possuo p&acirc;nico deles. Os ataques s&atilde;o apenas com frases, eles trabalham com blefe, nada al&eacute;m disso”, garantiu.</p>

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